Desabafos e confidências do status do whatsapp – agora por áudio

Atualizo com frequência o status do meu whatsapp, conto histórias longuíssimas por lá, mas agora vou fazer isso também por áudio.

Desafos e confidências do status do meu whatsaoo

Continuarei postando coisas em texto, é que certos assuntos ficam melhores por áudio, até por causa daquela coisa do tom da conversa. Sem contar que fica mais intimista, tipo um áudio que a tua amiga acaba de te enviar contando aquele babado.

Pra começar, gravei um áudio explicando como isso vai funcionar.

Se o vídeo abaixo não abrir, pode ver diretamente neste link: Desabafos e confidências do status do Whatsapp.

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Enfim, a internet por fibra ótica

Ah, eu já contei aqui sobre como foi toda a minha novela para ter internet em casa. Depois de ter vivido 13 anos num país onde ter internet era tão comum como ter o ar para respirar, sendo que desde os últimos anos que morava lá eu já usava a internet por fibra ótica, aqui foi uma grande luta nesses últimos 7 anos.

Mas enfim… como já contei, algum tempo atrás acabei mudando para uma internet por rádio, porque era a única possível aqui no meu bairro para além da Oi, da qual eu já estava mais que cansada e esgotada, principalmente de ter que falar tantas vezes com o atendente virtual para nada resolver.

Mas veja que enfim, depois de 7 anos, chegou a fibra ótica aqui e já vieram instalar!

Fiquei lá fora com a minha cachorra, aguardando ansiosamente, vigiando para ver se o carro ia passar (para que eu não tivesse que prender meus cachorros cedo, vai que atrasassem!). E conforme desconfiei, demoraram – deu até tempo de vestir uma calça antes, aliás, daria tempo de experimentar todo o guarda-roupa, coisas do Brasil! -, mas o importante é isso: agora já tenho internet por fibra ótica em casa!

Aviso aos estimados clientes que mantive a mesma senha.

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Restaurante num barco em Paris

Achei hoje essas fotos que, afinal, acho que nunca publiquei. É de um restaurante num barco, que fotografei quando estive em Paris, achei muito romântico!

Se a comida desse restaurante é boa? Não faço a mínima ideia! Turistei em Paris da forma mais econômica possível, então só fui a restaurantes duas vezes, rs

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Editando código HTML – Curso de programador Web

editando código html - curso de programador web que estou fazendo
Editando código HTML

Dia de hoje está desse jeito: só editando código HTML, e daquela forma manual, linha por linha. Claro que teria um modo mais fácil, mas o professor quer que a gente aprenda de verdade, e está certo.

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Minha primeira prova do curso de programador web

Ontem fiz minha primeira prova do curso de programador web. Na verdade até tinha mais um dia para estudar, podia rever a matéria, reler, só que a ansiedade falou mais alto. Felizmente, me dei bem, fechei a prova.

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Fazendo: Curso de programador web pela Universidade de Viçosa

Se você sabe que sou uma pessoa multipotencial, sabe que estou sempre fazendo cursos novos, e o curso da vez é o de programador web da Universidade de Viçosa.

Dia 11 do mês passado meu amigo Monico me informou que a Universidade de Vicçosa estava abrindo vagas para vários cursos, mas que se esgotaram muito rapidamente. Foi só o tempo de fazer a minha inscrição, divulgar para as minhas irmãs e publicar o post no Cuidadores de Idosos do Brasil que, poucos minutos depois, praticamente já não tinha vagas.

O curso começou no fim do mês, mas inicialmente foi mais apresentação do curso, da universidade, do professor, da plataforma. Agora, por esses dias, começaram as aulas de fato.

Escolhi o curso de programador web porque é algo com o qual já trabalhei há alguns anos atrás. Mas, primeiro, aprendi tudo sozinha num tempo em que não havia tanta informação disponível – e posso ter aprendido muita coisa errada, ou fazer pelo modo mais complicado talvez -, em segundo lugar posso estar muito desatualizada também. E como aprendi tudo sozinha, nunca tive certificado nessa área, portanto fazer esse curso vai me dar enfim esse certificado.

Sempre aprendemos coisas novas num novo curso. Achei interessante ver o papel das mulheres quando surgiu o primeiro computador, por terem mãos mais delicadas para lidar com um maquinário tão sensível, assim como também achei interessante ver os cabos submarinos levando a internet pelo mundo.

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Como aprender inglês, francês, espanhol, italiano, alemão e turco em casa

Este é o primeiro post de uma eterna série dentro do meu Projeto Poliglota para a aprendizagem e/ou aperfeiçoamento de vários idiomas.

Devo deixar sempre claro que aqui não vou ensinar estes idiomas, mas dividir com vocês artigos sobre o tema, dicas e a minha rotina de aprendizagem.

É importante também referir que sou uma pessoa multipotencial, por isto a minha rotina de estudos também leva em conta esta minha característica.

Dentro em breve, semanalmente ou por vezes diariamente, surgirão posts aqui no blog falando sobre estes idiomas e sobre a minha rotina de estudos, portanto, se quiserem acompanhar apenas um idioma específico, bastará que acompanhem os posts dentro de cada categoria:

Para ver os posts de todos os idiomas que estou aprendendo, basta seguir a categoria Como aprender idiomas em casa.

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Uma pessoa multipotencial não é especialista em coisa nenhuma? Nunca acaba o que começou?

Há um conceito do qual discordo, que é este que diz que o multipotencial não é especialista em coisa nenhuma e que nunca acaba aquilo que começou.

É verdade que, por termos habilidades em muitas coisas, e desejarmos muitas coisas, pode ser que no meio disso a gente perca um pouco do foco. Talvez por falta de disciplina, de organização, ou mesmo por não dar conta de todas as coisas maravilhosas que desejamos fazer.

Pode ser também que algumas coisas sejam entediantes. Ou que a gente comece com muita empolgação numa coisa e depois o interesse se perca. Razão? A gente vê que a vida é ampla e cheia de possibilidades, e não vale a pena ficar perdendo tempo naquilo se, por outro lado, há tantas outras coisas que queremos.

Mas isso não significa que nos escape o lado racional das coisas.

Por exemplo. Claro que para nós é muito importante estarmos altamente satisfeitos com a nossa profissão. Só que, sabemos disso muito bem, nem todas as pessoas podem se dar ao luxo – ou pelo menos não na hora que querem – de trabalhar apenas com aquilo que amam. Mas pensa uma coisa: se você tem um trabalho, mesmo um trabalho que não ama tanto, mas é bem remunerado com ele, através desse dinheiro você vai poder fazer as coisas que gosta e talvez, no futuro, poder viver apenas daquilo que gosta.

Eu amo muitas coisas, várias profissões. Mas tenho a racionalidade de perceber o que pode me ser útil ou não em determinado momento ou circunstância, e, de acordo com isso, priorizar a minha maior especialização naquilo ou não.

Por exemplo: nesses últimos anos trabalho como massoterapeuta e depiladora. O curso de massoterapia, por exemplo, tirei em 2004. Mas, como trabalho com isso diariamente – quer dizer, não mais agora, por causa da pandemia – óbvio que então dedico a minha especialização a este campo, ou seja, faço outros cursos do meu interesse, mas dou prioridade a fazer mais cursos na área da massoterapia e da depilação porque afinal é este o meu ofício diário.

Amo a massoterapia, mas, por ser multipotencial, não posso garantir para ninguém que exercerei essa atividade para o resto de toda a minha – assim espero! – longa vida, porque até lá pode acontecer muita coisa e eu inclusive posso descobrir novos ou velhos interesses que posso querer explorar. Mas, enquanto sou massoterapeuta, ou melhor, enquanto eu estiver exercendo aa minha atividade como massoterapeuta, faço questão de ser melhor sim, e por isso busco constante aperfeiçoamento nessa área.

Recentemente fiz um curso de acupuntura estética (fiz vários posts falando desse curso e dando dicas de beleza utilizando a acupuntura com agulhas ou sem), e, para ser sincera, neste momento não me sinto com vontade de trabalhar com isso. No futuro? Talvez, sei lá, não tenho como saber. Mas fiz o curso sim porque, enquanto massoterapeuta, enquanto pessoa que trabalha com a saúde das pessoas, saber disso é importante sim.

Ainda essa semana vou iniciar aqui no blog o Projeto Poliglota, que é um projeto voltado para a aprendizagem de idiomas. Não é um projeto onde vou ensinar idiomas, mas onde vou estar mostrando como estudo. Para algumas pessoas, pode ser mais útil estudar um único idioma até adquirir a fluência total, mas eu acredito que não somos totalmente fluentes nem no nosso próprio idioma. Por isso, para mim faz sentido sim aprender vários idiomas, ao invés de me dedicar a um único, porque nisso – assim como na maior parte das coisas – a aprendizagem é contínua. Eu não era fluente em inglês quando viajei para Londres ou para Dubai, e isso não me impediu de viajar e de ter feito o máximo com o mínimo de conhecimento que tinha. Se eu tenho 50 anos pra frente para aprender um único idioma, claro que nesses 50 anos vou poder falar com várias pessoas daquele idioma da forma mais fluente possível, mas também estarei me fechando para a possibilidade de conhecer outras culturas de pessoas que falam outro idioma, ou seja, para mim o mais importante nem é a fluência, mas conseguir me comunicar, o resto a gente vai aprendendo.

Não preciso ser especialista em tudo. Na verdade nem quero, até porque eu sei que, se viver até aos 140 anos, não vou ter tempo para aprender tudo aquilo que desejo.

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