Como componho minhas músicas

Ter me iniciado na poesia em 88/89, quando tinha entre 8 a 9 anos de idade, com certeza me ajudou muito para o que preciso no processo de escrita de canções. A familiaridade com as rimas, a beleza da estrutura de construção de um soneto, tudo isto me deu bases para a escrita de músicas.
Mas na música entra também o ritmo, som, melodia, pausa, e tudo isso deve andar de mãos dadas com a letra.
Não sou do tipo que dá música a uma letra já pronta, para mim a construção começa antes, ou primeiro com a melodia, ou com tudo junto sendo feito ao mesmo tempo.
Depois entra o processo de banho-maria, em que alguns rascunhos vão ganhando forma depois de um tempo, depois que os pensamentos e emoções se alinham na cabeça.
Mas antes de qualquer técnica, o que vale mais é a emoção, o sentimento que colocamos para fora em casa música nova. Quanto mais intimista, mais consegue passar verdade, a nossa verdade. Quanto mais real, mais fácil fica o processo de composição. 
Compor, para mim, é uma necessidade. Uma necessidade de me expressar, de libertar em versos e música o que talvez não consiga dizer de outra forma.
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