2017, um ano diferente

2017 foi para mim um ano muito diferente, um ano muito diferente dos últimos 5 anos da minha vida e também muito diferente dos outros em certos aspectos.

Emocional

Impossível não destacar que, o que mais fez diferença na minha vida (uma diferença inacreditavelmente positiva) foi a área emocional. 
Desde os meus 17 anos de idade, mais ou menos, não sei o que é passar um ano sem namorar. Mesmo nos últimos 5 anos, quando passei por uma situação emocional grave, que me levou a um alto estágio de depressão, eu continuei namorando, continuei me jogando de relação em relação, talvez como uma fuga, porque ao me envolver com outras pessoas acreditava esquecer a decepção anterior, ou talvez como uma forma de me levantar, de não me entregar à tristeza, de recomeçar, de dizer para mim mesma “peraí, você tem que seguir em frente”. 
Até que, no final de 2016, concluindo que os novos relacionamentos, apesar de terem menor relevância, apenas agravavam o meu quadro, chutei o balde geral e decidi passar pelo menos um ano sem namorar mais ninguém. 
Não estou aqui levantando uma bandeira ultra feminista, nem defendendo um novo estilo de vida, muito menos respondendo que todos os homens são iguais e que não haverá ninguém diferente; apenas precisei desse tempo para mim, inclusive para me recompor, para escutar meu coração, reavaliar minhas atitudes e comportamentos. 
Apesar de hoje em dia pouco sair de casa, sempre foi incrível para mim o número de cantadas e de propostas de namoro. Não que eu me ache a bambambam, até nem me acho, mas foi uma coisa que sempre me acompanhou, independente da circunstância, como se eu tivesse um íman que atraísse muitos homens, até aqueles que nem queria atrair. E aí, talvez na carência, talvez por vaidade, ou talvez nos últimos anos em função da depressão, eu ia cedendo, sem muito filtro, e me envolvendo, me jogando, me deixando levar. Este ano de 2017 recebi muitas propostas, e confesso que teria aceitado todas, ou praticamente todas, se não estivesse agora num outro momento. Mas consegui resistir, consegui dizer “não” para muitas propostas às quais teria dito “sim”, e a razão é simples, não é nada pessoal contra ninguém não, eu apenas estou num momento muito bom da minha vida e não quero estragar isto. 
Não estou dizendo que quero passar a vida toda solteira, mas também não posso dizer que neste momento sinta falta de estar com alguém, ou mesmo vontade de estar com alguém. Estou me reequilibrando, voltando aos meus focos, e isso é o que me importa neste momento. 
Se um dia pintar um amor, aquele tipo de amor companheiro, amor de verdade, claro que não vou fugir. Mas também se não pintar…, problema, eu que não vou sair por aí me relacionando com um e com outro sem a existência desse alicerce. Mas como esse amor pode aparecer, se não dou oportunidade para as pessoas me conhecerem? Bicho, a chave está na persistência. Quando você ama alguém de verdade, vai persistir. Se o que tem é uma mera curiosidade, ou um pequeno interesse, vai deixar para lá. Os homens muitas vezes confundem amor com atração, dizem te amar porque você tem um cabelo x, ou um corpo y, mas nem sempre te enxergam como você realmente é. Hoje eu me enxergo e me reconheço, e por isso não posso me doar para alguém que não admire essas características únicas que tenho, da mesma forma que sei que também não poderei amar alguém que acima de tudo eu não admire. 
Sabe quando você faz um investimento? Relacionamento também é isso; Se você entra de sócio numa empresa, vai investir capital, vai investir seu tempo, mas vai esperar um retorno. Só que muitas vezes, num relacionamento, você investe para que o seu sócio cresça, mas você só se subtrai ou se anula, então não vale a pena, vale? 
Hoje estou de boa, e não estou falando isso de boca para fora, até porque sou o tipo de pessoa que sempre se sentiu muito bem sozinha. Tem gente que não consegue, isso é questão de personalidade, no meu caso estar sozinha sempre foi mais confortável para mim do que estar com alguém. 
Por enquanto, está bom assim, porque estou investindo em mim com retorno garantido. Pelo menos não tenho nenhuma situação dramática para me recordar no campo emocional esse ano. 

Profissional

Foi uma mudança grande, muito grande. Continuarei amando para sempre a fotografia, mas a fotografia é uma arte cara, e muita gente não compreende isso. Cada equipamento, cada material é muito caro, daí era sempre muito tenso sair para fotografar colocando em risco um material que, se danificasse, muito dificilmente conseguiria comprar outro com o dinheiro que receberia em cada trabalho. E o risco era grande. Num casamento, por exemplo, sempre igrejas lotadas, gente tropeçando na gente, crianças nos atropelando, etc., o risco era grande, muito grande. Hoje fotografo apenas o que quero e quando quero, mas profissionalmente já não. De certo modo, até na vida pessoal, ter deixado de fotografar me ajudou muito. Porque quando você é fotógrafo, começa a querer levar sua câmera para todos os lugares que vai, e acaba não curtindo a festa, os momentos, as pessoas. Hoje, se tiver que tirar foto de celular, vai ser foto de celular mesmo. Apenas em algumas poucas circunstâncias que, talvez, fotografo com minha câmera.
Resolvi deixar de ser teimosa com a vida, e voltar a fazer massagens e depilação. Em massoterapia sou formada desde 2004, depilação faz uns 2 ou 3 anos. Eu tinha alguma resistência quanto a trabalhar com massagem aqui, porque sei como funciona o mercado, inclusive pensei em desistir algumas vezes, por causa das pessoas que confundem as coisas. Mas, com o tempo, fui ganhando uma clientela maravilhosa, que me respeita e respeita ao meu trabalho, e tudo foi ficando muito melhor.
Trabalhar para mim mesma é a melhor coisa do mundo. Porque assim tenho flexibilidade de horários, consigo trabalhar e também resolver as minhas coisas. 

Recomeço e progresso

Foi um ano de progresso sim, mas de um progresso que não partiu de uma linha reta. Porque uma coisa é você progredir dando um passo de cada vez, outra coisa é você progredir depois que deu mil passos para trás. A sensação é esta: progredi um passo sim, mas ainda preciso dar mais 999 passos para voltar ao lugar onde estava antes, digo, antes da depressão. Depois sim, de recuperar esse tempo perdido, me sentirei realmente progredindo. Mas já dei o primeiro passo.

Autoconhecimento

Foi uma coisa extremamente positiva esse tempo comigo mesma. Pude me conhecer melhor e inclusive perceber coisas sobre mim que não tinha percebido antes. Pra começar, descobri que tenho uma alma nômade, talvez esta seja a melhor palavra para me definir, no momento sou uma nômade com endereço fixo, mas ainda assim uma nômade. Descobri que a única coisa que me segura, de verdade, são os meus cachorros, mas porque eles, tenho certeza, valem a pena. Talvez Deus tenha colocado meus cachorros na minha vida justamente para isso, para eu ficar mais quietinha no meu canto, sem ficar nessa de não parar em lugar nenhum. Cheguei à conclusão de que não os meus cachorros que precisam de mim, eu preciso deles muito mais. 
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Um pouquinho sobre a massagem relaxante

Vídeo rapidinho feito hoje para o meu instagram http://www.instagram.com/paoladebalzacoficial.

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Benefícios da massagem relaxante

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Alguns benefícios da massagem relaxante:

– diminui o stress
– provoca relaxamento
– abaixa a pressão sanguínea
– melhora o sistema digestivo
– melhora a textura da pele
– diminui a ansiedade e irritabilidade
– melhora a respiração
– Etc.

Para marcar uma massagem comigo, basta entrar em contato diretamente através do meu whatsapp 32988465378.
Atendo todos os dias das 8h às 21h, inclusive aos finais de semana e feriados, na minha sala com maca nas proximidades de Matias Barbosa (10 minutos antes de Matias para quem vem de Juiz de Fora pela Estrada União Indústria).
Basta marcar preferecialmente com antecedência de um dia. Whatsapp 32988465378.
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